Usina Ester

Casos Reais

De 40 para 10 minutos: como a Usina Ester uniu tradição e inteligência artificial para blindar seus canaviais.

Para uma usina com a tradição da Ester, proteger extensas áreas de cana-de-açúcar é um desafio constante.

Antes da tecnologia, a detecção dependia da visão humana, o que gerava um “gap” perigoso:

Tempo de Deslocamento:

Brigadas levavam de 30 a 40 minutos para chegar ao foco.

Incerteza geográfica:

Dificuldade em precisar o local exato da ignição.

Impacto em cadeia:

Riscos de multas ambientais, perda de produção e ameaça às comunidades vizinhas.

O Sistema Pantera trouxe o que
o setor chama de "visão antecipativa"

Dados em tempo real

Monitoramento constante de velocidade do vento, umidade do ar e temperatura.

IA de detecção automática

Identificação de fumaça sem depender do “feeling” humano.

Triangulação exata

Localização precisa do foco, permitindo que o bombeiro vá direto ao ponto de ignição.

Os resultados do Sistema Pantera falam por si só

• Redução do tempo de chegada ao incêndio para apenas 10 a 15 minutos;

• Proteção que se estende a sítios, fazendas vizinhas, fornecedores e à própria cidade;

• Produção de açúcar e bioenergia com menor impacto ambiental e riscos legais reduzidos;

• Gestão integrada de incêndios acidentais ou criminosos com total exatidão.

Sobre a Usina Ester

A Ester Agroindustrial é uma tradicional empresa brasileira do setor sucroenergético.

  • Produção de açúcar, etanol e bioenergia
  • Operações baseadas em cana-de-açúcar
  • Tradição histórica no interior de São Paulo.

A empresa possui uma das mais antigas usinas de açúcar em atividade no estado de São Paulo, com forte presença regional.